Destaque
   Manchete  
Quando a China vai dominar o mundo?
A China está comprando o Brasil. Veja o que eles já compraram cinco hidrelétricas no Brasil. Já fizeram proposta pela Itaipu.

Eles já dominam a geração de energia em 68 países.

Se não abrirem ou olhos o mundo vai ter que se render à esse País comunista que vai ter o domínio dos transportes, agricultura e geração de energia Onde estão os nacionalista ? Sumiram do mapa ? Protestavam contra o imperialismo americano e contra os chineses se calam?? Muito Grave, exclama o médico e ambientalista Luiz Antônio Murad.

Como era esperado, a China acaba de superar oficialmente o Japão para se tornar a segunda maior economia do mundo. Seu PIB de 5,5 trilhões de dólares agora só é menor que o dos Estados Unidos.

A distância ainda é considerável: o PIB americano é quase três vezes maior. Mas ela vem encurtando extraordinariamente rápido graças ao crescimento explosivo da economia chinesa nos últimos 30 anos combinado com um demorado ciclo de estagnação dos Estados Unidos.

No comentado e controvertido livro When China Rules the World (“Quando a China dominar o mundo”), o acadêmico inglês Martin Jacques prevê que a troca de comando na primeira posição se dará em 2050.

Uma imagem que foi recentemente usada no Fórum Econômico Mundial em Davos é expressiva. Segundo ela, o trem chinês já partiu rumo à liderança. A dúvida é quando ele chegará ao destino. Embora os chineses raciocinem em séculos, como disse Russell, o momento da partida do trem é relativamente recente.

Há pouco mais de 30 anos, o então líder chinês Deng Xiaoping flexibilizou a economia. Permitiu que as pessoas montassem seus próprios negócios — até então um anátema no comunismo moldado por Mao Tsé Tung — e disse: “Enriqueçam”.

Paralelamente ao avanço chinês, as duas superpotências dos dias de Deng (na China, o nome da família vem primeiro), Estados Unidos e União Sovié-tica, foram tropeçando. Em grande parte, pelos gastos armamentistas astronômicos em que se envolveram desde a Segunda Guerra Mundial, quando parecia que poderiam se enfrentar num conflito militar.

A União Soviética simplesmente acabou na lata de lixo no final da década de 80. Quanto aos Estados Unidos, as despesas com armas — elevadas à máxima potência na gestão Ronald Reagan no programa Guerra nas Estrelas — provocaram déficits colossais nas contas do país e estão na raiz de sua baixa velocidade econômica das últimas décadas.

Os Estados Unidos, para usar uma expressão que vai se consagrando, vivem hoje um “Momento Sputnik”. A referência é ao satélite artificial que há meio século deu vantagem competitiva à Rússia na corrida espacial que as duas superpotências travavam. Os Estados Unidos conseguiram virar a tendência e acabaram suplantando a Rússia.

E agora, a mágica se repetirá? É uma questão em aberto. Mas não são muitas as pessoas que apostam na manutenção da liderança americana no longo prazo — ou até mesmo no médio. Não, pelo menos, na “Era dos 10%”, como definiu o economista Nouriel Roubini. Nessa era de que fala Roubini, enquanto a China cresce 10% ao ano, os Estados Unidos se debatem com um desemprego também de 10%.
Fonte: Luiz Antônio Murad